Brasília-Teerã: Alguns anos depois da tentativa em 2008.

Me lembro bem o debate e surpressa aredor a decisão brasiliera para tentar desempenhar um rol como intermediário entre Irã e Washington (e os outros países preocupados pelas atividades na Irã).  Em vez de analisar os resultados de tal decisão, acho que é bom entender por que o Brasil escolheu arriscar a sua imagen mundial por um país aislado.

  • O Brasil estava tentando a abrir mão aos mais mercados e experimentar com mercados não tradicionais como aqueles na África, Ásia, e o Medio Oriente.  Devemos seguir os desenvolvimentos da Câmara Arabe Brasileira, nos quais paises vão os esforços e investimentos brasileiros?  Também o que Brasil tem à sua vantagem é uma abertura das tomadoras de decisões no sentido analítica.  O Brasil não tem “barreiras falsas” ou alianças como aquila do Israel onde o Brasil tem a responsibilidade da defensa dela.
  • Isso pode ser chamada “disponsibilidade para ver novas soluções”.
  • A tercerca objetiva era para legitimizar a política brasileira no exterior.  Brasil precisava de dentes e uma voz.  Depois da transferência dos equipamentos e soldados americanos ao Equador e da crise constitucional de Honduras, o Brasil estava buscando uma maneira para reforçar que ele tem um papel cada vez maior no mundo.  No entanto, acredito que o rol do Brasil no Haiti foi o que estava preciso pelo Brasil.
  • A complexidade do Conselho de Segurança das Nações Unidas e da Agência Internacional de Energia Atômica deu o Brasil uma oportunidade para “consertar” a situação.  Espero mais ações desse tipo, devido à abertura da sociedade brasileira e “a cara boa” que o país ainda tem.

Embora que o Brasil achou bom tentar a negociar com Irã, os interesses dele não estão na energia atómica.  Como as indústrias canavieria, do milho, do sorgo, da soja, da palmeira   [do bioetanol no geral] se expande nos cerrados ( e tomara não tanto na Amazônia ) e o desenvolvimento dos leitos de petróleo pelo norte e na costa de Espírito Santo [ou você pode dizer “Rio”], uma ação para apoiar energia atómica (embora seja por fins pacificas) seria menos provável.

Quiero só dizer que eu respeito e admiro a criatividade geral que brasileiros têm, se bem a política norte-americana não gostou muito da situação com Teerã.  O meu povo pode beneficiar mais por ter um maior grau de criatividade na procura de soluções.  Isso seria uns dos beneficios de ter um peso menor relativamente aos outros paises nos próximos anos.  Os EUA terá mais flexibilidade para realmente exerciar uma política mais pragmatica e menos ideológica.

[Alguns desses pensamentos eram desenvolvidos por Paulo Sotero na sua publicação “Brasil – Estados Unidos, uma relação em compasso de espera” escrita na revista “Política Externa” Vol. 18 n*4 Março/Abril/Maio 2010.

[www.politicaexterna.com.br]

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