Spheres of Influence in 2030

World in 2030

Em breve, acredito que os EUA, (a minha patria) deve dar o bem-vindo ao eventos desse próximo século.  Se você olha aos conflitos de interesse no mundo, a maioria são antigos e não estejam na parte ocidental dessa planeta.  Isso é bom pra reconhecer, ao saber como fazer investimentos, é bem importante.

Infelizmente, apesar que não sou fã do jeito chinês, a China não vai passar como um inimigio estadunidense, no entanto que a história nós mostrou que às vezes uma mudança de poder resulta em conflitos bélicos.  A razão disso é porque a China já tem muitos problemas, ainda se o país for capaz de atingir todos seus objetivos.  Ela não tem a vantagem que os Estados Unidos tem, uma vizinhança amavél ao seu redor.

Com o crescimento do Brasil, todavia acho que nossa vizinhança vai ficar amavél.  Os paises dos EUA e o Brasil tem o mais em comúm provavelmente do que qualquer outro par de paises no mundo, se cada um fica respeitoso do outro, acho que isso é uma aliança natural.  A idéia de bloco de comercio não só uma coisa de moda, mas acho que é uma idéia que vai ficar e cimentar-se.  O Brasil vai crescer em influência até um ponto onde ele vai afrontar de resistência mesmo de muitos países em América do Sul, algunos deles sendo o Chile, Colômbia e Argentina.  Isso é uma reação “natural” mas talvez injusto devido que ainda o Brasil não é um país bélico.

Argentina vai beneficiar dessa relação até um ponto onde a Argentina mesmo vai começar a construir problemas dentro de MERCOSUR.  A verdade é que o Brasil gostava da relação, mas com o passo dos anos, se encontrou que não precisava da Argentina, ou seja, os problemas da vinzinha era demais E os custos superaram os beneficios.  O Brasil començou a investir mais nos outros países como o Perú e Bolivia, os quais se tornaram mais avançados da Argentina.  Argentina se ficou com uma aliança imaginária com a Antártica e as paránoias dela.

Eventualmente toda a região, menos Argentina, vai mudar ao bloco de comercio com NAFTA, uma vez que o Colômbia, Chile e Brasil (sobretodo) sentam-se cómodos e com uma posição de barganha superior do que 30 anos anteriormente.  Mêxico tambêm vai ejerciar seu novo papel como país signficante no mundo e sobretodo América Latina.

Os Estados Unidos vai ter os mais conflitos, não na Ásia, mas com uma Europa Unida.  Em fim, o Reina Unido terá que escolher onde “colocar suas bolsas”, no continente ou nas colônias antigas (EUA) ou Australia-Nova Zealândia.  A Europa vai seguir com modos de socialismo que vão oponer-se com os modelos estadunidenses-brasileiros.  Os dois blocos poderão definir-se assim, Europa terá uma mentalidade de dar andares ou “direitos”  básicos as todas as cidadões deles.  Nas Américas, a idéia seria para colocar “as oportunidades” nas mãos das cidadões, das qual vai depender em cada pessoa para realizar-se ao máximo ou não.  Essa idéia vai aparecer como socialismo no inicio, mas emfim vai estar bem diferente das teorias europeas.

Infelizmente, a África terá os mais problemas no próximo século.  No entanto que muita terra não produz os cultivos que nós acostumamos a comer, o continente sim tem muitas mineráis que os paises na Europa, Índia e a China vão tentar a conseguir, de qualquer jeito.  O Brasil também tentará a aproveitar de alguns países, mas terá um papel mais prestativo, dando apoio aos alguns paises, e integrando-os ao comercio com às Americas e Australia-NZ.

O Japão e Corea do Sul, vão encontrar-se na posicão mais incómodo nesse século.  No entanto que o Japão aumentará as forças armadas dele, esse lugar teria que manter uma neutralidade devido aos interesses da economia mundial.  Esses dois paises estarão incentivados para producir um produto novo o qual permitiria eles para ejerciar mais poder econômico sobre à China e manter os interesses econômicos dos norte-americanos.

Rússia é uma bagunça e vai ficar assim por muitos anos mais.  O momento quando armas nucleares se tornam obsoletas, muitas partes do país estarão desincentivadas para manter-se com Moscou.  Felizmente para Rússia, justamente nesse momento outros interesses mundiales vão apoiar Moscou obrigado ao incentivo de manter uma presença na Asia Oriental contrapõe à China.

O Turquía e a Irã tentarão a consolidar os ganhos dele (no sentido de esfera de influência) entretanto a Índia vai beneficiar muito pelas paranóias norte-americanas contra a China e depois dos memos sentimentos europeas, e daí australianas frente as chinesas.  A Índia terá direito para expandir sua esfera de influência, obrigado a bênção daquilos grupos de países.  Africa do Sul terá o mesmo, quase adoptado do Brasil e a Índia como quase-colônia, embora não sendo muito proveitoso pela Africa do Sul nessa época, será sim mais tarde desse século depois dos todos os inversões chineses se evaporam (se bem deve notar uma porporção maior da presência e atitude de roubo dos recursos africanos).

Emfim, por quê os EUA deve ser cómodo com as mudanças acontecendo no mundo hoje em dia?  Porque isso nós permitimos a enfocar em nós mesmos e não estar forçados ao actuar pra resolver todos os problemas do mundo.  Hoje em dia realmente temos duas opções igualmente péssimas:

1) actuar – todo o mundo se odeia.

2) não actuar – todo o mundo se condema, e depois se odeia.

Seria bom pra ter a liberalidade de enfocar nossos recursos em projetos que beneficiar as Americas, deixando dos esbanjamentos onde eles não estão merecidos nem queridos.

Outra coisa- a onda mexicana será vista como uma benedição, esforçando aos EUA para reconhecer a presença das nossa vizinhas como iguais, uma vez que mexicanos (e outros latinoamericanos) se integram mais completamente na sociedade americana, sendo e sentindo americano.  (Os problemas disso são livros em si mesmo, mas sim acredito que a maioria dessa onda vão oferecer coisas muitas úteis aos EUA e vai nós ajudar a aproximar o Brasil como parceiro em lugar de inferior.  Outras teorias, apresentam cénarios com o México como espinho nas costas estadunidenses e o primeiro país para realmente desafiar os EUA.  Com um desplazamento da população mexicana aos outros estados longe da fronteira e com a integração do México às economias candienses e estadunidenses, o país terá pouco incentivo para resistir NAFTA.  Além mais, em acordo com a teorema Stolpher-Samuelson e muitas pesquisas estadunidenses, já nós estamos aproximando o pior da onda mexicana e central americana que está levando “o mais baixo” nivel dos imigrantes.  No fúturo, os mais educados mexicanos vão imigrar aos EUA, e o país vai enfrentar a posibilidade de um “brain drain”.

Tenho que citar essa informação, mas devido que até agora é só pra mim mesmo, coloco algumas notas assim posso achar as informações do Dropbox mais tarde quando quero completar esse pensamento.

2 books

-21st century

-US v Europa

-article (economía laboral e agências estadunidenses)

 

 

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