Reflexão do dia: idiomas e cadinhas

Devido que ainda não tenho seguidores (nem busco seguidores), vou escrever com liberadade o quê eu quero dizer. Hoje escolhei notar minhas idéias assim obrigado ao novo capítulo da minha vida. No interesse de não fazer isso como um jornal do dia-a-dia mesmo, eu refleterei algumas coisas sempre depois com mais reflexão nelas.

Agora estou trabalhando efetivamente três trabalhos, e no momento é preciso. Acabei de começar sendo um gaucho de Rio Grande do Sul num novo restuatante que está abrindo na minha região. Eu acho que isso é muito engraçado/bacana.

Assim tenho que tomar um momento pra pensar em mais detalhe por quê as pessoas perçam seus idiomas quando eles veêm aos EUA. Sinceramente é verdade, pela tercera generação o idioma é efetivamente morto é você é um producto americano (estadunidense). Muitas pessoas diriam que isso reflete os Estados Unidos como um “melting pot” (uma cadinha que mistura várias raças para construir só uma).

Não acordo com essa idéia. O Brasil é um melhor exemplo que uma cadinha dos que Estados Unidos. Nos EUA, sim temos um grau de assimulação entre algumas raças, mas também há algumas que não se misturam completamente. No entanto, acredito que no Brasil, apesar que tem muitas pessoas brilhantes que falam sete idiomas cada uma, também perdeu os idiomas originais, devido à expansão do país ao interior, o qual foi acelerado nos últimos anos. Isso construi uma cultura auténtica brasileiro, como foi feito nos EUA.

O oposto pode ser observado na Argentina que representa uma sociedade que fica perdido num século passado e uma grandeza não completa. Argentina, se bem tem outras cidades realmente tem só uma região que tem peso demais no país. Argentina perdeu uma grande oportunidade pra expandir o país nos 1950’s, 1960’s o qual teria empurrado o país pra mais desenvolvimento interno. Brasil sirva como um modelo desse desenvolvimento, o qual eu acho é do primeiro mundo.

Essa concentraçao da população na Argentina facilitou a perservação dos vínculos familiares e os idiomas que os antepassados falavam. Infelizmente, isso atrepelava a criação de uma identidade puramente argentina, e até hoje muitos continuam dizendo que eles são espanhóis, italianos, etc. etc. em vez de dizer “sou argentino”. Às vezes nos EUA e Brasil uma pessoa nem saiba onde os descêndentes dela veêm.

Assim, certamente não tem culpa quando me encontro com alguém “nascido no exterior” ou “com pais nascidos no exterior” que não falam esse idioma, ou pelo menos tem pouca confiância em falâ-lo comigo. Nesse emprego, tem um meio brasiliero e um meio argentino e isso não só foi irônico mas me fez escrever alguma coisa sobre o tema. (Ao mesmo tempo tendo meu pai em casa da Espanha e meus avós cubano-americanos dormindo no quarto de vistantes.)

Sigo com o sentimento que eu tenho falado nos círculos, tomara que eu não tivesse feito isso!

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